Faixa a Faixa
Corpo Fechado
O bluesão soul cheio de groove e percussão, que Nasi gravou em 2006 e lembrava clássicos da gravadora Stax, virou um malemolente samba da Velha Guarda (no melhor estilo Noriel Vilela), inspirado em grandes bambas do Partido Alto.
Feitiço da Rua 23
Um rockabilly misterioso com uma letra cinematográfica sobre uma
mulher que foi “tirada de mim por um feitiço”, como diz o próprio Nasi, foi lançado no álbum “Perigoso” (2011) e agora transformado num moderno trap, com direito a um videoclipe divertido,que traz cenas de clássicos do terror como “Drácula”, “Nosferatu” e “A Noite dos Mortos-Vivos”.
Perigoso
Também lançada originalmente em 2011, como um country-rock com participação de Renato Teixeira nos vocais, a música virou um
animadíssimo “Corrido”, um gênero popular mexicano de canções narrativas, bastante popular no México em sua versão “Narcocorrido”, subgênero que narra histórias sobre a vida criminal.
Polvo em los Ojos
Em 2001, Nasi gravou, com o projeto Nasi e os Irmãos do Blues, “Poeira nos Olhos”, uma adaptação blueseira de “Equinox”, de John Coltrane, aqui ressuscitada numa versão sensacional de puro groove afrocubano, bem ao estilo do Buena Vista Social Clube. É a primeira de três músicas cantadas em espanhol.
Alma Nocturna
“Alma Noturna” foi lançada em 2015 e é uma parceria de Nasi e Johnny Boy com o músico e compositor Kiko Dinucci, que assina a letra. Se a versão original tinha forte influência dos afro-sambas de Baden Powell e Vinicius, esta nova versão, um dueto em espanhol com a cantora Nanda Moura, tem uma pitada de tango misturada ao ritmo dançante da cumbia colombiana.
Ogun
Lançada em 2010 como um blues-rock no álbum “Vivo na Cena”, a nova versão espanhola continua explosiva e dançante, mas agora transformada num animadíssimo boogaloo porto-riquenho, que lembra os momentos mais festivos de um Tito Puente, transportando o ouvinte para um baile caliente.